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Conheça as exposições anteriores

Chefs em Foco — Paraty em Foco 2019

O Polo Gastronômico de Paraty vem a ser um prato bem temperado de iniciativas, regado a parcerias criativas e produtos regionais para garantir tradição, confiança e sustentabilidade à boa mesa.

Silêncio

Ao lidar com um certo modo de interceder na vida, Sonia Guggisberg passou a pensar seus processos de criação instaurando em suas obras procedimentos cada vez mais políticos. O que passa a dar sentido a essas experiências é o processo de testemunhar vidas anônimas, mergulhar nos seus movimentos, dissolver as alteridades e explicitar um certo modo de percebê-las a partir de imagens e sonoridades.

Mundos Esquecidos — Grupos étnicos do sul e sudeste asiático

Eliane Band e o mundo visto de sua montanha interior. De suas partes esquecidas e renunciadas, da contestação de sua “realidade”, surge a arte em sua vida.

XI Encontro Internacional de Aquarelistas de Paraty

Quem visitar a Casa da Cultura de Paraty poderá conferir as exposições do XI Encontro Internacional de Aquarelistas de Paraty.

Conteúdos

Caixotes, caixinhas, caixa de pandora, baús de tesouros. Caixas são objetos carregados de simbolismo. Nelas guardamos aquilo que possui significado. Armazenamos nossos segredos, lembranças e sentimentos. Por vezes, ornamentadas, em outras, mal acabadas. As caixas nos permitem preservar e fabricar memórias.

Museu do Ipiranga

Durante a FLIP, a EDP traz um pouco da trajetória do Museu do Ipiranga para Paraty.

A quem possa interessar

Esta exposição marca uma nova fase artística. Depois de quase vinte anos produzindo pinturas e esculturas, em 2016, decidi trocar os pincéis pelas lentes fotográficas e o desejo de produzir poesia visual inspirada na arte do Grafite resultou nesta série de fotomontagens.

A Preferida

Na sala Natalino Silva, amigos e familiares do homenageado José Murilo estiveram reunidos para a inauguração da exposição que celebra sua vida. Puderam ser conferidos fotografias e pertences do comerciante, as colchas de retalhos que fazia, e mais do que isso, os convidados tiveram a oportunidade de compartilhar pensamentos saudosos e boas histórias sobre o velho amigo e sua loja.

XIII Encontro de ceramistas de Paraty

O Encontro de ceramistas nos brindou com belíssimas exposições em sua 13ª edição. Um deslumbre de trabalhos ricos e diversificados.

Memórias — Acervo da Casa

As fotografias têm o poder de trazer memórias de momentos que, por vezes, não vivenciamos. Um desejo de experimentar outros tempos, dos quais ouvimos histórias contadas repetidas vezes por nossos pais e avós.
Como seria viver em uma Paraty “rural”? Passar a infância a se banhar no rio “Perequê Açu” de outrora? Ou ver as partidas e chegadas das canoas, com redes fartas de peixes no cais?

ART 2 PARATY - coletiva de artistas

Quem caminha pelo Centro Histórico e arredores de Paraty muitas vezes tem a sensação de passear por uma galeria a céu aberto. Pelas portas e janelas, o visitante pode apreciar, mesmo que de relance, pinturas, esculturas, fotografias, em pequenos e grandes ateliês espalhados pela cidade que respira arte e cultura nos 365 dias do ano.

A poética da dobra

Pamela Pimentel dos Reis, Nascida em Vitória/ES, em julho de 1987, tem formação em licenciatura plena em artes Visuais pela universidade Federal do Espírito Santo. Atualmente é aluna do programa de Pós-Graduação em Artes da mesma Universidade.

Gaia e suas dimensões paralelas

Na exposição Gaia e suas dimensões paralelas, de Anna Guilhermina, temos uma seleção de obras onde cenas de florestas, recantos aquáticos, ou imponentes árvores, evocam sensações provocadas por justaposições.

Desenhos

Até o momento, o público só conhecia as pinturas de Ramonn Vieitez. Telas com cores, contextos, óleo, pop, guache, aquarela, melancolia, violência, beleza, florestas, cidades pichadas, rapazes com máscaras, facas, folhas de ouro, paredes pretas…Vida contemporânea, informação.

Universo Paralelo

Inspirada nas bonecas de papel ilustradas por Tom Tierney, a série denominada “Universo Paralelo”.

Gente daqui

A partir do dia 10 de maio, o Salão Nobre da Casa da Cultura recria a atmosfera de um museu, exibindo 40 retratos de paratienses envoltos em uma moldura dourada de 1850. A ideia do fotógrafo Giancarlo Mecarelli foi inspirada no costume dos antigos pintores, que retratavam pessoas em seus ateliês, numa época em que a fotografia sequer existia. “A moldura cria contraste e enobrece o retrato”, diz Mecarelli.

A mar, a espera líquida

“O amor é um templo erguido pelo amante para o objeto (mais ou menos valioso) de sua adoração; o que é grandioso no objeto não é tanto o deus quanto o altar (…). O ídolo pode permanecer por um longo tempo ou cair logo, mas, mesmo assim, você terá construído uma bela casa de culto."

Poesia à pintura

“Uma das características fundamentais da arte contemporânea, e que pode ser analisada tanto de um ponto de vista ontológico como de uma perspectiva existencial é a provisoriedade do estético”, Haroldo de Campos.

Resultado da convocatória de 2018

Resultado da convocatória de 2018.

Pinacoteca Marino Gouvêa

O conceito de que os cidadãos devem ter acesso e direito de desfrutar de objetos de arte nasceu na Grécia antiga. Pinacothêkê, coleção de quadros de diferentes épocas. Com obras de pintores consagrados como Djanira, Anita Malfatti, Di Cavalcanti, Frank Schaeffer, Armando Viana, entre outros, Paraty também tem o seu museu de pinturas.

Quase tudo o que você precisa saber sobre Paraty

Curiosidades saborosas sobre história, arquitetura e cultura de Paraty, em diversas épocas.

Ausência

Nana é uma figura miúda, magra, cabelos curtos, um olhar cândido embora contundente. Ela poderia ser confundida com uma prisioneira. Alguém que sofreu na carne e no espírito as torturas e agrumes desta vida.

Mecânica do fantástico

Fotografia é construção. Seja tijolo por tijolo em nossa imaginação ou no gesto infinitesimal de apertar o botão disparador da câmera. Um é antes, outro depois. Um vem sendo gerado dentro do pensamento, outro é pensado (?) no ato de fotografar. Um é movimento mental, outro metafísico.

Do clássico pra rua

Nascida e criada em Paraty, caiçara, 20 anos, Thalía Oliveira começou seu trabalho participando do projeto social “Educar pela Dança”. A sede do projeto se situa na periferia da cidade, entre os bairros Ilha das Cobras e Mangueira.

Paraty, o século XVIII ainda vivo

Com 917 quilômetros quadrados tombados pelo Patrimônio Histórico em 1945, Paraty é o principal conjunto arquitetônico do séc. XVIII ainda preservado, segundo técnicos da UNESCO.

Paraty Híbrida — Todo em Parte

Há seis anos, Antovani Di Borotto vivia em Roma, onde mantinha um ateliê de alta-costura, no centro da cidade. Ao organizar um desfile, para apresentar seis vestidos, ele resolveu criar um convite diferente. Fez uma colagem, misturando cenas, pessoas e lugares de Roma. “O convite chamou mais a atenção do que o próprio desfile!”, diverte-se ele, contando sobre como decidiu deixar o mundo da moda para se dedicar às artes-plásticas. Depois de um mergulho interior, “enfiado numa casinha no mato”, na Bahia, teve a certeza de que era mesmo o que queria.

VIivência caiçara

Pescador, artesão, artista plástico, escritor, poeta e líder comunitário, Almir dos Remédios, conhecido como Almir Tã, é símbolo de resistência da cultura caiçara. Descendente dos índios Guayanã, nasceu e cresceu na Ilha do Araújo, a segunda maior ilha da baía de Paraty. O contato cotidiano com a natureza trouxe o conhecimento que nenhuma universidade é capaz de ensinar.

Um caminho português

Ricardo Inke percorreu 254 km em 11 dias pelo Caminho Português de Santiago e, inspirado pelas paisagens vistas, transformou desenhos e fotos da viagem em novas aquarelas. Conhecido por retratar Paraty, agora pinta cenários do norte de Portugal, seguindo a rota histórica que parte do Porto, passa por aldeias como Ponte de Lima, Barcelos e Valença, e termina em Santiago de Compostela, destino de peregrinos há mais de dois mil anos.

A ARTE DE ENCANTAR COM O PINCEL

Os números impressionam, são seis mil quadros catalogados e 177 exposições realizadas por todo país, além de Itália, Lituânia e Holanda. “A poesia é um quadro em preto e branco, assim como o quadro é uma poesia colorida”, assim Benedito Martins define sua obra.

MARCENARIA

A arte de trabalhar a madeira para transformá-la em utensílios e móveis surgiu nos primórdios da humanidade e evolui ao longo dos séculos transformando-se em obra de arte.

FILHO TEU

Gui Sena viveu uma infância feliz, na beira do mar recriando em suas brincadeiras o cotidiano de seus pais. Brincava de remar, pescar e de ser caiçara. Quando adulto, passou a contemplar o valor da simplicidade, guiado pela beleza dos lugares não óbvios e pela poesia do acaso.

SILVIO CEZAR DE OLIVEIRA

Conhecido simplesmente por Silvinho, Silvio Cezar de Oliveira é um paratiense de “quatro costados” e, exatamente por esta razão, um sensível e autêntico caiçara.

NÓS POR NÓS

O feminismo que defendemos

CONTADORES DE ESTÓRIAS, UMA HISTÓRIA…

O Teatro Espaço, pequena, sim, pequena casa de espetáculos abre suas portas toda semana para apresentação de suas peças teatrais há mais de 30 anos. O segredo ou as razões desta existência vêm dos seus belíssimos trabalhos encenados ao longo deste tempo.

ENSAIO “FOR DUCHAMP”

Abrindo a temporada das exposições de artistas selecionados pela primeira convocatória realizada pela Casa da Cultura de Paraty, será inaugurada amanhã, sábado, 14 de junho, a mostra de fotografias For Duchamp, ensaio dedicado ao mestre Marcel Duchamp, que inspirou a artista Vladimíra Cabanová desde sua época de faculdade.

LINHAS DE CONFRONTO

Linhas de confronto é um projeto de exposição coletiva que toma como ponto de partida a linha enquanto conceito poético na configuração social em que a arte contemporânea está inserida; formas de fazer e refletir processos artísticos.

REINVENÇÃO DE TRAJETÓRIAS

Reinvenção de trajetórias entre signos

THEMILTON TAVARES

Nascido em Niterói – RJ, Themilton Tavares escolheu e foi escolhido por Paraty há 40 anos. O multifacetado artista é Cidadão Honorário da cidade, reconhecimento adquirido graças ao trabalho que realiza aqui.

PARATY DE TODOS OS SANTOS

A religiosidade do brasileiro muito se expressa na devoção aos seus santos protetores.

RETROSPECTIVA 1976 – 2014

A mostra reúne 24 obras de Amarante, produzidas de 1976 a 2014, a maior parte delas em grandes dimensões.

50 ANOS DE PINTURA GLORIOSA

O nome não deixa dúvidas: Julio Paraty é um artista da cidade.

UM ARTISTA PARATIENSE

Nascido em 1933, o artista viveu a infância no Coriscão, onde guardou memórias da vida rural — roça, casas de farinha, folias, tropas e a mata — temas que mais tarde apareceriam em seus quadros. Ao retornar à cidade ainda menino, reencontrou tradições, personagens e festas que também inspiraram sua obra, inclusive os mascarados de carnaval, cuja técnica de papel machê dominava e transmitiu à família. Jovem, trabalhou em cenários da Semana Santa e depois colaborou em peças teatrais, experiências que levou para a pintura. Começou usando tintas de pedreiro e depois recebeu materiais adequados de artistas como Djanira e Takaoka. Seu período mais produtivo coincidiu com o crescimento cultural e turístico de Paraty nas décadas de 1960 e 70.

PARATY POR TOM MAIA

Uma Viagem pela obra de Tom e Thereza Maia

MÁSCARAS E CORES

Natalino Silva, paratiense que, menino ainda, começou a fazer as coloridas máscaras de papel machê como era tradicional em Paraty. A diferença é que ele, artista por natureza, transformou aquelas alegorias de carnaval em obras de arte.

AQQUA – FERNANDO FERNANDES

AQQUA

FESTÁ - PALAVRA CAIÇARA

No início dos anos 1980, o autor começou a trabalhar como professor na Praia Negra, onde encontrou um modo de vida tradicional parecido com o de sua infância no Centro Histórico de Paraty. Registrou essas observações em um caderno publicado pela Casa de Cultura e depois deixou o material de lado. Trinta anos depois, voltou à comunidade e retomou a pesquisa com seus alunos, percebendo que os jovens já quase não se reconhecem nesse antigo “mundo paralelo”. A perda da língua e da cultura caiçara tem apagado muitos verbetes, mas novas formas de pesquisa ainda permitem registrá-los e incorporá-los ao trabalho.

POVOS DE PARATY – INDÍGENAS

POVOS DE PARATY – INDÍGENAS

CRISTINA SUZUKI

FIGURA DESLOCADA 5

POVOS DE PARATY – CAIÇARA

POVOS DE PARATY – CAIÇARA

PARATY DAS FESTAS

PARATY DAS FESTAS

PARATY DE TODOS OS SANTOS

PARATY DE TODOS OS SANTOS

ESSA É A VIDA QUE EU QUIS

A jornalista e fotógrafa Nair Benedicto nutre uma forme relação com Paraty. Um de seus grandes prazeres é, através de suas lentes, revelar ao mundo o quanto a cidade faz parte de seu repertório afetivo, estético e intelectual.

UM PATRIARCA E SUA ARTE

A Casa da Cultura

PRATO DO DIA

A “Geração Mercadoria” é o tema para o qual a fotógrafa paratiense, Brisa de Souza, direciona suas lentes neste projeto chamado “Prato do Dia”.

O OLHAR DA MAGA

O Café da Casa recebe a partir do dia 8 de maio, a exposição fotográfica “O Olhar de Maga – Fotografias de Magali Oliveira”.

LENDAS E MAGIA DO BORDADO

Nascido em Uberaba, MG, em 1945, Pedro João Cury é filho de imigrantes libaneses maronitas. Conviveu toda sua infância e adolescência com a magia contida na espiritualidade mineira, com a solidariedade e afetividade das festas religiosas populares.

SEGREDOS DO PEREQUÊ-AÇÚ

Café Cultural

MITOS E LENDAS

De 14 de AGO a 9 de NOV DE 2015 | Sala Natalino

VIDA CAIÇARA

O tema, Vida Caiçara, sempre permeou o trabalho de Berenice. O facínio da poesia que embala as brincadeiras infantis, a beleza da leveza no movimento corporal na relação do caiçara com seu trabalho e as ferramentas utilizadas no convívio do homem com o mar, foram os motores da artista, na busca de retratar o modo de vida caiçara.

PAISAGENS PERMEÁVEIS

A exposição Paisagens Permeáveis, de Emanuel Monteiro, reúne seis desenhos e um livro de artista que exploram imagem e matéria como gatilhos de memória na construção de paisagens. Sulcos, palavras, manchas e camadas aquosas revelam transformações lentas nos trabalhos. O diálogo entre desenho e livro cria um movimento contínuo de ida e volta, onde abrir um livro equivale a abrir uma paisagem — um espaço capaz de acolher o próximo e o distante ao mesmo tempo.

MÚSICA E ARTE

Leontino Albino Moreira, o Leon, nasceu na Boa Vista, entre rios, serra e mar, e fez da arte e da música seu caminho — sempre acompanhado do violão. Multitalentoso, também foi pescador e escultor. Um achado de madeira durante uma pescaria despertou seu olhar criativo: com mãos de enfermeiro e muita sensibilidade, passou a transformar restos de madeira em talhas, carrancas e santinhas.

A CADEIRA

A história conta que a cadeira foi inventada no Egito Antigo, cerca de 2800 anos a.C.

DRAGÃO

E aos 20, adotou o pseudônimo de Dragão e decidiu deixar tudo de lado para se dedicar apenas a sua arte, trabalhando com madeira e começando a esculpir em pedra sabão.

ORATÓRIOS: A RELIGIOSIDADE E A MODERNIDADE

Os antigos romanos tinham em suas casas pequenos altares ou nichos em que ficavam os Penates, divindade protetora da família e do lar. Este costume, absorvidos pelos cristãos, foi trazido pelos portugueses para o Brasil, com a função de abrigar os santos protetores da família e de sua devoção particular.

ARTEIRAS DE PARATY

A essência da cerâmica é um mistério. O que se pode dizer é todas as Arteiras estão aqui por alguma razão em comum. Há um elo invisível que as une em torno do barro. Duas vezes por semana, mulheres de todas as idades, origens e ocupações, deixam seus afazeres por algumas horas e se dedicam apenas a moldar a argila –ou se deixar moldar por ela.

Mais do que uma foto por dia aos olhos

Guia de turismo, fotógrafo de natureza e criador do grupo “Paraty — Uma foto por dia”, Gabriel Toledo expõe seu trabalho no Café da Casa da Cultura.

Pequenas miscelâneas

Primeira exposição individual da artista-plástica argentina, radicada em Paraty, acontece em junho na Casa da Cultura.

Zezito Freire — Contador de histórias

Ao longo de seus 95 anos, José Carlos de Oliveira Freire deu vida a homens e mulheres, habitantes do campo e da cidade, personagens do período colonial da mais charmosa cidade histórica do país. Autor de centenas de crônicas, 14 livros publicados e dezenas de histórias ainda não conhecidas pelo público, seu ‘Zezito’ é considerado o primeiro contador do município. Habilidoso com as contas decidiu ir além dos números, passou então a encantar com palavras e imortalizar histórias.

Sobre paisagem

Na exposição “Sobre Paisagem”, que estreia dia 22 de julho, na Casa da Cultura, a artista caiçara retrata cenas de seu cotidiano em desenhos a lápis, tinta nanquim, óleo e acrílica, sobre papel.

Paraty em cores

Paraty está em cada ponto do crochê de Monica Ferreira. As casas, igrejas, palmeiras e barcos da paisagem desfilam em peças de cores quentes. Seu crochê criativo e contemporâneo vai dos caminhos de mesa a labirintos que só ela sabe desvendar e tecer em tramas únicas.

Fotografia: Documento e ficção

A fotografia traz em si o poder documental, de testemunho. Ela é também uma chave para a ficção, para a construção de novas realidades, a criação de novos contextos e possibilidades. Imagem ao mesmo tempo real e virtual. Registro fidedigno e imaginário. Materialidade e fabulação.

Metamorfose

Imagem e matéria se fundem e se confundem. A fotografia é somente uma das muitas ferramentas empregadas em seu processo criativo. Roberto Kusterle transcende a imagem em busca da escultura, mistura de gente e de bicho, pele impregnada de poeira, de barro e matéria orgânica. Conchas incrustradas. Kusterle lança mão do “realismo” fotográfico para engendrar novas visualidades. Quimeras.

Momento de todos nós

A fotografia é a revelação do meu e do seu tempo. Ela prolifera o atemporal registrado, ali na curva de onde pode ter acontecido, aquilo que voltará a acontecer. Ela pode ser o futuro premeditado, com laços fortes do presente absorvido. Pode recordar aquilo que alguém poderia sentir em algum lugar do mundo, o instante de outro canto, por seu irmão observador.

Paraty e seus encantos

A arquitetura colonial, a vida caiçara, o vaivém das marés, as sombras de cobalto, são temas e cenas que inspiram as pinturas de Gustavo Paraty. Autodidata, o artista paratiense foi buscar seu próprio estilo, influenciado por grandes mestres como Van Gogh e William Turner, entre outros.

Apocalipse

A primeira vista parece ser uma dança pré-histórica, mas aos poucos se repara no meio do povo da lama, a alegria estampada no rosto dos homens, mulheres e crianças, a satisfação de estar coberto com a manta da natureza e protestando a seu favor.

Amélio, mestre cirandeiro

A Casa da Cultura apresenta, de 27 de abril a 27 de maio, a exposição Amélio, Mestre Cirandeiro, celebrando oito décadas de vida de um dos nomes mais talentosos e queridos da ciranda da região. Conhecida dança de roda em diversos cantos do país, a ciranda tem sua representação em Paraty, de maneira única, expressando o cotidiano da cidade de forma alegre e contagiante.

Divino Chico

Ele não é artista bom. E desde que vá se tornando verdadeiramente artista, é por que concomitantemente está se tornando artesão.

Folclore brasileiro

Saci-pererê, Boto Cor-de-Rosa, Iara Mãe D’Água, Boitatá e Mula Sem Cabeça, são algumas das criaturas mitológicas do folclore nacional apresentadas aos brasileiros logo na infância, em contos e “causos” passados de geração para geração.

Como eu vejo a luz

É impossível falar de fotografia sem pensar em luz. “Escrever com a luz” é a mais pura e simples definição dessa arte.

A tradição e a arte

Artista nascido em Paraty, Lucio Cruz passou a infância nas ruas do Centro Histórico, onde seu pai era comerciante de loja de armarinho. Desde menino, Lucio conviveu com as tradições, festas e manifestações desta Paraty isolada, anterior à construção da estrada Rio Santos. É desse universo que sempre tirou inspiração para seu trabalho artístico.

A terra que nos une, o mar que nos abraça

O poeta e escritor Flávio de Araújo é natural de Paraty, nascido em uma família de pescadores da Praia do Sono, comunidade de difícil acesso, reduto caiçara por excelência.

Meu lugar é aqui

Na última sexta-feira, dia 14, aconteceu a abertura da exposição “Meu lugar é aqui”, em homenagem a Patrick Allien. Falecido em 2017, Patrick deixou muitos amigos na cidade, e eles compareceram em peso, ao lado de sua querida esposa, Margarida.

O universo de Alan Richer

Alan Richer, artista paratiense, pinta sonhos, desejos e a vida com intensidade. Criado desde pequeno no desenho e na pintura, une influências da natureza, da ecologia, da gastronomia e do budismo. Transita entre impressionismo e surrealismo, usando aquarela, pastel e óleo para retratar tanto a Mata Atlântica quanto seu universo interior. Com a técnica plein air, pinta ao ar livre para capturar cores que mudam rapidamente. Sua arte nasce do olhar, da mente e da alma, guiada pelo coração no pincel.

Guapuruvus e Embaúbas

Patricia Sada, artista e arquiteta mexicana que vive em Paraty desde 1982, inspira-se na Mata Atlântica ao redor de sua casa. Observando ciclos naturais, coleta folhas, troncos e galhos de Guapuruvus e Embaúbas para criar pinturas e trabalhos em madeira. Em seu ateliê, transforma esses materiais em padrões, personagens, tramas e murais. Sua arte moderna reinventa elementos da floresta e chama a atenção inclusive de caiçaras, que lhe trazem madeiras encontradas no mar. As duas espécies — importantes na cultura indígena e caiçara — alimentam sua criatividade e despertam novas sensações nos espectadores.

Leviatã

Leviatã reúne retratos de pessoas de diferentes lugares, marcados pela ambiguidade emocional — deixando ao espectador a criação da própria narrativa. Alguns personagens retomam fotos feitas pelo pai do artista na Índia nos anos 70. James Rowland combina grafite e aquarela, transitando entre o abstrato e o hiper-realismo. Escocês radicado em Paraty, também produz móveis artesanais pela Knót Artesanal.

Beira mar, Beira Rio

Fernando Fernandes vive em Paraty desde os anos 1990 e, junto com seu parceiro, mantém o Studio Bananal, criando esculturas e móbiles a partir de materiais reaproveitados. Na fotografia, explora experimentações e encontra poesia no cotidiano. Com um olhar minimalista, registra imagens quase abstratas do dia a dia, sempre ligadas ao mar ou ao rio da cidade histórica.

Artimanhas — Inserido no contexto

A arte de Pedro João Cury é inovadora e provoca o olhar: não é bordado tradicional, mas uma técnica própria em que juta, linhas e agulha funcionam como tela, tinta e pincel. Ele cria cenas livres, sem pontos convencionais, retomando aprendizados da mãe. Suas obras misturam referências que vão de MC Escher, Bosch, Goeldi e Portinari ao armorial, Picasso, grafites, pichações e literatura. Seu trabalho convida o espectador a um diálogo que quebra padrões e estimula a criatividade.

Vozes Paratienses: A poesia em cor, letra e forma

A exposição "Vozes Paratienses" celebra o título de Patrimônio Mundial de Paraty, unindo Fedrigoni Brasil, Moinho Brasil, Letterpress Brasil e a Secretaria de Cultura. A mostra reúne obras de artistas locais, exibidas na sala Natalino Silva, com curadoria de Marcos Mello e Patrícia Gibrail. Vale a visita!

Geometria Híbrida

“Geometria Híbrida” apresenta o processo criativo de Mozileide Neri na xilogravura, onde formas geométricas servem como base experimental para sobrepor ideias e construir camadas visuais. As figuras, irregulares e combinadas, criam uma geometria híbrida que mistura diferentes elementos e sugere múltiplos significados ao observador. A exposição inclui também três obras táteis, convidando o público a explorar texturas e formas com o toque.

Ilha do Araújo — Histórias de lá

A Ilha do Araújo, batizada pelo mascate português João Araújo, é a mais populosa de Paraty e fica perto da Praia Grande. Cercada por várias praias, tem no Pontal sua igrejinha colorida como cartão-postal. A vida ali é simples: pescadores, crianças, animais e muita conversa. Mas também há relatos de fenômenos estranhos — tremores, ruídos e até aparições folclóricas. A ilha é famosa pelo camarão abundante e pela tradicional festa de São Pedro e São Paulo, que atrai visitantes desde 1963. O povo guarda histórias e costumes valiosos e recebe todos com cortesia, revelando a essência da comunidade.

KILOMBO

...Maria Daniel Balcazar é uma artista natural. Nasceu para isso. Eu sei. Toda a minha vida adulta passei tirando fotografias ou estudando o trabalho de outras pessoas.

Selfies em Foco

A fotografia, antes vista como reprodução fiel da realidade, logo mostrou capacidade de interpretar e reinventar imagens. O autorretrato marcou a virada artística ao colocar o fotógrafo como objeto e sujeito da imagem. No mundo digital atual, porém, a popularização das selfies transformou esse gesto em algo comum e muitas vezes superficial, ligado à vaidade e ao narcisismo.

Retalhos que me habitam

Um vestido-poema nasce da escolha e união cuidadosa dos retalhos, modelados na costura. Por fim, as palavras surgem devagar, passando da cabeça do bordador para a agulha.

Entre Lenda e Realidade

O meu regresso, meu ingresso, meu processo...

Matizes

Na infância, Marina vivia entre flores e pássaros, mas ao descobrir as palavras e os livros, passou a sonhar com cores ainda mais intensas.

Olhos de mim

Ensaio fotográfico da artista plástica Eloísa Marques (elÔ), traz plantas e flores presentes na faixa litorânea brasileira — bromélias, orquídeas, cactáceas, bananeiras, palmeiras, entre outras

Caiçarando — Maguela

Um indivíduo que tem em si um coração que pulsa no ritmo da cidade e dança conforme o movimento das marés, assim é o caiçara de Paraty.

Caminhos do mar

Raízes de troncos centenários, caiçaras são herdeiros de sabedorias intangíveis: conhecem o céu e as estrelas, as fases da lua, os ventos e o movimento das marés.

Festas de Paraty

As festas religiosas de Paraty unem áreas urbanas, rurais e costeiras na celebração de seus santos. Com espírito de cooperação e fé, os paratienses mantêm viva uma tradição centenária que reforça seus vínculos com a cidade e suas raízes.

Cirandeiros de Paraty

O que para alguns chama-se patrimônio cultural imaterial, para outros é, simplesmente, a vida real.

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