top of page
3_edited.jpg

Exposições

Prancheta 1 cópia.png
Prancheta 3.png
Prancheta 2.png

Longa duração

Concebida e realizada pela Casa da Cultura de Paraty, a exposição proporciona um passeio envolvente pela história cultural da cidade, destacando suas transformações ao longo de oito décadas: do período de seu isolamento geográfico e quase esquecimento para a “redescoberta” como um patrimônio histórico, cultural e natural.

Desde a abertura da Paraty-Cunha, em 1954, até a consagração com o título de Patrimônio Mundial da Unesco em 2019, a cidade tem sido um ponto de convergência cultural e turística.

Imagem do WhatsApp de 2025-12-03 à(s) 14.29.22_340aeb79.jpg
3.jpg
Imagem do WhatsApp de 2025-12-03 à(s) 14.29.22_340aeb79.jpg
10,.jpg

Ao optar por enfocar sobretudo a cidade, decidiu-se também buscar abarcá-la como um todo: para além do que se podia presencialmente expor nos espaços da Casa da Cultura, expandiu-se o alcance da exposição a todo o Centro Histórico, tornando possível percorrer os lugares e imaginar a história bem onde aconteceu, com os locais sinalizados por placas com QR codes trazendo imagens, vídeos e textos com informações adicionais a neles vivenciar — e todos indicados também em mapa fornecido em folders.

Ter como nome “Para uma história cultural de Paraty” indica, por fim, que a exposição desde logo se reconheceu tão somente como uma primeira iniciativa para começar a contá-la.

Visitação: Terça a sábado, de 10h às 20h

Imagem do WhatsApp de 2025-12-03 à(s) 14.29.22_340aeb79.jpg
DSC06565.jpg

Curta duração

Memória, Invenção e Cotidiano

Lucio Cruz

A Casa da Cultura de Paraty convida para a exposição “Lucio Cruz – Memória, Invenção e Cotidiano”. A mostra oferece um amplo panorama da trajetória do artista paratiense, revelando a força poética e contemporânea de uma obra construída ao longo de mais de quatro décadas.  Com entrada gratuita, é uma oportunidade rara de conhecer, ou reencontrar, um dos nomes centrais da arte produzida em Paraty.

A trajetória de Lucio Cruz começa no território onde memória e imaginação caminham juntas. Desde a infância entre as ruas de pedra e as festas da cidade, os gestos, rituais e símbolos populares moldaram sua sensibilidade. Foi o tio, o poeta e artista Zé Kleber, figura essencial da cultura local, quem lhe deu sua primeira caixa de aquarelas — um gesto que acendeu a centelha artística que atravessaria toda a sua vida.

As máscaras de papel machê, que confeccionava ainda menino para os carnavais em que ninguém deveria ser reconhecido, tornaram-se seu primeiro laboratório artístico. A partir delas, desenvolveu uma pesquisa que dialoga com território, afetos e teatralidade. A exposição, porém, convida o público a olhar além desse marco inicial, iluminando a amplitude de um artista que experimentou materiais, técnicas e escalas com rara liberdade: da aquarela às pinturas em acrílica, das esculturas em cimento às telhas coloniais, do desenho à cenografia.

Imagem do WhatsApp de 2025-12-03 à(s) 14.29.22_340aeb79.jpg
DSC06568.jpg

Período

20 de janeiro a 21 de março de 2026

Visitação

Terça a sábado, de 10h às 20h

Contato

Obrigado(a)

Stories 22Prancheta 2.webp
logo casa da cultura Prancheta 2.png
logo casa da cultura Prancheta 2.png

NOSSOS CONTATOS

NOS SIGA NAS REDES

VISITAÇÀO

Terça a sábado,

de 10h às 20h.

Web design by @paralaxisestudio

© 2035 by Site  Casa da Cultura de Paraty

bottom of page