REINVENÇÃO DE TRAJETÓRIAS

Reinvenção de trajetórias entre signos



Nestas pinturas, predominantemente de cores azuis, foram elaborados mapas aéreos inventados, simplificados em uma sobreposição de pinceladas retangulares com pinceis de tamanhos diversificados. Em seguida, lança-se uma tinta aguada (azul turquesa) e escorrida, que vagueia livre sobre os elementos pré-inseridos. Ainda sobre tudo há outra composição criada na cor preta. São desenhos, contornos, manchas escorridas, para contar-nos dos não-lugares. Há figuras, ou quase figuras, ou não-figuras viajando entre mapas de lugar algum. Talvez um pássaro voando na tempestade, sendo destruído, atingido e se reconstruindo. Em metáforas, absorvendo a energia e força do relâmpago, sugando a luz da viagem. E o que há nessas viagens que geram luz? Há contatos. Há pessoas. Há sotaques e conversas. Talvez seja onde todos possam ser e se mostrar como são verdadeiramente, sob a perspectiva de nunca mais se reencontrar com as mesmas pessoas. E o que há para um pássaro representar neste contexto? Representa uma persistência em existir.

Texto: Alessandra Cunha


Abertura: 10 de julho de 2015

Encerramento: 16 de agosto de 2015

Sala Dona Geralda

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