PROGRAMA DE VOLUNTARIADO "NA CASA"



NA CASA, PESSOAS E PROPÓSITOS SE ENCONTRAM


O Programa “NA CASA” é um programa estratégico de voluntariado que visa inspirar e mobilizar pessoas para o engajamento na transformação que a Casa da Cultura de Paraty se propõe.


Seja você também é um agente de transformação. Vale a pena!


“Ser Voluntário é doar seu tempo, trabalho e talento para causas de interesse social e assim melhorar a qualidade de vida da nossa cidade”.



OBJETIVO GERAL: Estimular a prática cidadã e o espírito de responsabilidade social.


NOSSO DESAFIO

Buscamos criar oportunidades para que as pessoas possam participar efetivamente desse movimento de engajamento, a partir de quem são como individuo ou como sujeito coletivo.


Nossos voluntários poderão atuar nas áreas de interesses, ligadas ou não as suas habilidades e formação profissional, visando otimizar os resultados ou atuando com apoio nas atividades institucionais.



OBJETIVOS ESPECÍFICOS DO PROGRAMA DE VOLUNTARIADO

· Incentivar o engajamento de voluntários em nossos programas, projetos e atividades;

  • Estimular profissionais de todas as áreas que queiram participar ativamente desempenhando funções especificas, que incrementem as ações realizadas em nossos projetos;

  • Promover palestras, formação para os voluntários;

  • Dar visibilidade aos trabalhos desenvolvidos pelo voluntariado;

  • Estabelecer parcerias em prol da sustentabilidade dos programas;

  • Apoiar e proporcionar troca de experiências e crescimento entre os voluntários;

  • Formação de líderes que se tornem multiplicadores do Programa de Voluntariado.


IMPACTO SOCIAL, ECONÔMICO E CULTURAL:

  • Promoção de oportunidades de exercício do voluntariado;

  • Realização de ações sociais e culturais que efetivamente transformam a realidade do município de Paraty;

  • Articulação de pessoas e organizações em prol de se fazer o bem para a nossa cidade;



POR QUE SER VOLUNTÁRIO?

8 motivos para realizar um trabalho voluntário:

  • Oportunidade de ensinar e aprender com os outros;

  • Obter experiência dentro da áreas de interesse;

  • Possibilidade de colaborar com ações inovadoras;

  • Satisfação, bem-estar por fazer o bem;

  • Afastar-se do tédio;

  • Melhorar o networking;

  • Aprimorar a sensibilidade e empatia.



RECONHECIMENTO

A constatação dos benefícios que a ação voluntária gera já é, por si só, um forte estímulo para permanecer atuando. Porém, quando o mérito dessa ação é conhecido e oficialmente reconhecido, os ânimos parecem renovar-se.


Por isso o Casa da Cultura valoriza e reconhece seus voluntários em nossa plataforma e redes sociais, compartilhando sua participação individual e coletiva, na forma de homenagens, publicação de seus depoimentos, a fim de também estimular a solidariedade e cidadania para outros que venham a se sentir inspirados.



COMO SE TORNAR VOLUNTÁRIO NO PROGRAMA“NA CASA”?

  • Ter mais de 14 anos;

  • Preencher a ficha de cadastro online;

  • Passar por entrevista;

  • Conhecer as frentes de trabalho disponíveis através da entrevista;

  • Assinar o Termo de Adesão de Trabalho Voluntário, apresentando cópia dos documentos: RG, CPF e comprovante de residência;

  • Compreender a Lei do Voluntariado no 9.608, de 18.02.98.



REGIMENTO DO PROGRAMA “NA CASA”


O voluntário do Programa deverá:

1. Ser assíduo e pontual nos dias definidos para o trabalho voluntário; 2. Notificar eventuais faltas com antecedência; 3. Notificar afastamentos por motivos de saúde, férias, licenças e viagens com antecedência; 4. Cumprir com atenção todas as tarefas no descritivo de suas funções como voluntário; 5. Aceitar supervisão, controle e interferências em sua colaboração, zelando pela imagem da instituição;

6. Atuar em harmonia com a diretoria, coordenação e equipes do Projeto;

7. Não usar o nome da Casa da Cultura para obter vantagens pessoais e de forma imprópria;

8. Manter atualizado endereço, e-mail e telefone;

9. Comunicar com antecedência de 15 dias a coordenação os casos de afastamento ou desligamento;

10. Zelar pelos equipamentos e estrutura da Casa da Cultura, visando sempre a economia e bom uso dos recursos;

11. Qualquer sugestão e solução deve ser levada à Coordenação do Voluntariado, que irá avaliar com você a aplicabilidade ou implementação das mesmas.


O mais importante para se fazer um trabalho voluntário é querer colaborar. O voluntário é movido pelo desejo de fazer algo bom para as outras pessoas e para a nossa cidade!



SOBRE NÓS:


A CASA DA CULTURA

A inscrição de Paraty em 2019 na Lista do Patrimônio Mundial da UNESCO como o primeiro Sítio Misto no Brasil tornou fundamental imprimir uma nova fase a seu principal equipamento cultural público, a Casa da Cultura de Paraty. Instituída em 1990 pela Prefeitura, a Casa sempre teve como foco prioritário a valorização e fomento do patrimônio e diversidade cultural de Paraty, com especial dinamismo a partir de sua revitalização pela Associação Paraty Cultural de 2014 em diante, em ampla e contínua programação de exposições, eventos e atividades educativas. Trata-se agora de rever essa experiência, e reposicionar a Casa da Cultura como o efetivo Centro de Referência, Interpretação e Promoção do Patrimônio, em seus aspectos natural e cultural, com ênfase na vertente imaterial deste.


Conforme os Princípios, ações e resultados da política de salvaguarda do patrimônio cultural imaterial no Brasil (IPHAN, 2010): "no caso dos chamados bens culturais de natureza imaterial, cujo caráter é processual e dinâmico (...) sua continuidade depende da existência, e da atuação reiterada, no tempo e no espaço, de sujeitos desejosos e capazes de produzir e/ou reproduzir esses bens. Nesse caso, a preservação tem como foco não a conservação de eventuais suportes físicos do bem – como objetos de culto, instrumentos, indumentárias e adereços, etc. – mas a busca de instrumentos e medidas de salvaguarda que viabilizem as condições de sua produção e reprodução, tais como: a documentação do bem, com vistas a preservar sua memória; a transmissão de conhecimentos e competências; o acesso às matérias primas e demais insumos necessários à sua produção; o apoio e fomento à produção e ao consumo; a sua valorização e difusão junto à sociedade; e, principalmente, esforços no sentido de que os detentores desses bens assumam a posição de protagonistas na preservação de seu patrimônio cultural."


Para além das ações de documentação, registro e difusão, essenciais que sejam e mesmo o ponto de partida para toda e qualquer ação, pareceu fundamental à Casa da Cultura de Paraty que "a continuidade [dos bens culturais] depende da existência de sujeitos desejosos e capazes de produzir e/ou reproduzir esses bens". Capazes implica na "transmissão intergeracional de conhecimentos e competências"; ou seja, a formação e qualificação dos jovens. Desejosos significa o "apoio e fomento à produção e ao consumo [desses bens culturais]; a sua valorização e difusão junto à sociedade", de forma a gerar para quem os produz renda significativa e simultânea autoestima e inserção em sistema econômico, social e cultural mais amplo e assim, de fato, possibilitar "que os detentores desses bens assumam a posição de protagonistas na preservação de seu patrimônio cultural."



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