CRÔNICAS DE PARATY

Como muitos sabem, a história de Paraty se confunde com a história do próprio Brasil colonial. Durante o século XVI, a cidade teve grande importância como porto, onde desembarcavam as mercadorias vindas da Europa. No século seguinte, atuou como escoadouro das riquezas das Minas Gerais, no ciclo do ouro. E viveu, ainda, dias dourados com o rentável plantio da cana-de-açúcar e a produção de aguardente, período em que Paraty chegou a ter mais de 100 engenhos de cachaça. Mas, para além disso, existem muitas outras histórias que aconteceram aqui e não podem ser encontradas em nenhum livro didático. Causos que vivem em álbuns de famílias, no fundo de baús e na memória daqueles que os protagonizaram, presenciaram ou, simplesmente, tiveram a sorte de escutá-los. Essas pérolas do passado sobreviveram ao tempo através da oralidade. Porém, devido ao seu valor histórico e afetivo para a nossa gente, vêm sendo transformadas ao longo dos anos em escritos, contos e crônicas, entre outros gêneros literários.


Afim de que todos possam deliciar-se com essas narrativas paratienses e nos auxiliar na tarefa de mantê-las vivas, a Casa da Cultura traz a série “Crônicas de Paraty”.


Crônicas:

#1 Cine teatro Zé Kleber (Cinema da Praça)

Por João Apolônio dos Santos Pádua Neto (1945 – 2020)


#2 A chegada do 1º automóvel em Paraty

Por Diuner Mello - 22.05.1932




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